segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Mãe o Danilo disse que não posso ficar de Vela!


CAPÍTULO II
FATOS OCORRIDOS EM 1987 - 1990


Com passar do tempo minha mãe começou a trabalhar, e eu tive que cumprir com algumas obrigações da casa e como meus irmãos também já trabalhavam não tinha a quem recorrer. E dona Naty muito bondosa como sempre, me ensinou a fazer arroz, neste dia a Fabiana estava em casa, e quando a vó dela saiu, tive que me ausentar da cozinha e pedi para  que ela olhasse o arroz para mim, ao retornar a cozinha, a Fabiana abriu a  tampa da panela e me mostrando o arroz  vi que estava cheio de cabelos, claro que aqueles bolos e bolos de emaranhados de cabelos não estavam lá por um descuido.
Em seguida que minha mãe chegou e ficou irritadíssima com o que acontecera, algumas horas mais tarde a minha cunhada Leila mais safa, que a mãe falou em minha defesa: Impossível D. Sandra, está óbvio que isso tudo de cabelo não foi parar ai do nada. Raquely, como pode deixar que te façam de boba dessa forma? Até suas melhores amigas se afastaram de você, tem noção disto? 
No entanto sabia o quanto chato é não ter ninguém, para compartilhar  as alegrias, brincar, enfim Fabiana não tinha, isso me comovia, e sabia de que ela precisava mais de minha amizade do que as outras meninas. Mas com o tempo nos afastamos.
Em 1987, devido as baixas notas na escola, acabei que retornando a antiga escola. Com o começo das aulas, percebei que deveria ser mais responsável com meus estudos, principalmente pelo sermão que recebera de minha irmã, o que me deu relevante auxiliou, para uma educação exemplar, mesmo diante de todos aqueles fatos rins ocorridos nos anos anteriores.
Na primeira semana de aula fiquei isolada, não conversava com ninguém, havia sido duro voltar aquela mesma escola de antes pois lá minha mãe acreditava que eu a predera mais, ao ver que as professoras não eram as mesma de antes e nem uma de minha colegas estavam no mesmo período que eu.  Em um determinado dia, estava fazendo um exercício de matemática, quando de repente, ouvi gargalhadas descontroladas, mais a minha atenção com aquela lição era maior do que minha curiosidade, ao sessar todo barulho, a professora: Não vai para o recreio, tenho que fechar a sala!
Então ela me acompanhou até o pátio, estava la uma aluna nova que veio falar comigo,  Beatriz, que por sinal era muito legal, nós criamos uma finidade e cumplicidade que poço dizer, melhor amiga que ela não tinha naquele momento. 
No instante que retornamos a sala, vi que uns meninos que diziam palavras que me eram desconhecidas na época: Para de zoar meu, não  veio, que isso! Notei que conversavam sobre o ultimo episodio que haverá acontecido na sala.
Semanas depois,  entrei para o reforço escolar, que tinha após as aula e a professora no intuído de promover incentivo a nos organizou um teatro, no qual cada grupo de alunos iria apresentar o seu. Como tinha varias crianças de diferentes salas neste reforço, e cheguei bem depois deles, não tinha grupo, então a professora percebeu que eu era muito reservada para decidir que grupo ficaria, então ela mesma escolheu. 
Gostei tanto daquele dia, pois aquilo tudo era muito divertido participar de um grupo de teatro.  Entretanto as meninas de meu grupo, mesmo com toda boa recepção que me fizera e confiança ao me dar o texto para ler em casa, tinham um espirito de liderança e não aceitavam erros. No dia seguinte, eu me atrasei e ao chegar percebi que tivera esquecido o texto e devido um tumulto que já vinham ocorrendo a vários dias nos grupos desde aulas anteriores, a professora disse que desistiria do teatro, caso não parassem com certas atitudes. 
Ao final da aula essas meninas foram me acompanhando na rua e uma delas me ameaçava me agredir se eu esquecesse o texto novamente. Com pressão exercida por elas e o nervoso que vinha sobre mim, falei um palavrão a menina que me intimidava (Coisa que era condenável falar pela a educação dada em casa). Bom na aula seguinte o texto não foi esquecido, no entanto o teatro foi cancelado, pois a professora havia descoberto o que fizeram comigo.  Ai começou meu calvário a menina que me ameaçara disse: Te pego na saída! 
Não sei se pela a educação que recebera ou por um sentimento de culpa naquele conflito, não consegui agredi-la e ela veio com tudo para cima de mim. Minha mãe ao perceber que demorava, foi ao meu encontro. E no caminho nos viu e notando tudo que acontecia e disse as meninas que fossem para suas casas e pegou em minha mão dizendo: Vamos embora!  Mas por não querer ser taxada de medrosa, não queria sair dali até que se resolvesse aquilo, mas devido ao respeito por ela e por sua ordem dada com firmeza a obedeci, fomos embora e ouvia rizadas das meninas caçoando dizendo: Arrego... Arrego! ...         
No meio deste ano numa tarde que vinha da escola, ao chega em casa, vi um moço que saia de la. Quando entrava na cozinha me deparei com a mãe as rizadas. O que foi ? Perguntei.
E ela disse: Esse menino, veio pedir a mão da Moni em namoro, ele tremia como uma vara, coitado! E a Moni, com tanto medo de minha de minha recusa permaneceu o tempo todo la fora.
Ao ouvi la dizer isso, me veio a mente será que um dia isso vai acontecer comigo? Não, não vai não!
Frequentemente o namorado de Moni vinha em casa, e a minha mãe pedia que de vez em quando ficasse por perto. O Danilo percebendo o incomodo que eu causara a eles, disse: O que faz aqui? Sua vela? 
Então fui para dentro de casa disse: Mãe o Danilo disse que não posso ficar de Vela! 



Entretanto na maioria das vezes lá estava eu de prontidão, os em comodando. Houve um dia que estava assistindo TV, e recebi ordens para ficar no quintal com eles e avisasse que o café estava pronto. Mas falei: Há! Mãe estou assistido filme! Graças a Leila que estava lá aquele dia, não precisei ir, ela fez a mãe entender que não tinha nada de mais, pois eles estavam no quintal. Era um cuidado desacerbado da parte de minha mãe, mas intendo pois a educação dela fora de tempos antigos.



Mesmo assim uma vez ou outra lá estava eu, pobre de minha irmã, eu a irritava aponto de ela nem falar comigo. Até que num outro dia, o Danilo novamente disse: Se toca sua vela! 
Perguntei porque me chamava daquilo, vela, a resposta foi quase que imediata e com grande sorriso irônico: Se ficar aqui, vai virar uma vela! Sua boba!
Com isso percebi que não era bem vinda, e não os em comodei mais. Danilo e seu amigo organizaram um bailinho em casa, onde convidaram seus colegas. A casa ficou cheia, dançávamos eu e o meu sobrinho, quando começou a tocar uma musica lenta paramos para beber refrigerante, um moço me convidou para dançar, olhei para o Danilo que ria daquela situação e disse: Vai. 
No dançarmos, meu irmão dançava com uma moça que vinham se aproximando de nós e ele disse algo só para me deixar mais encabulada ainda: Cuidado cara, essa é minha irmã eh! Apesar desse ocorrido que me envergou, foi muito divertido o bailinho. 
No começo do ano nos mudamos para uma vila próxima, e voltei a escola estudar na escola da vila, em período noturno. Bom, eu já conhecia algumas meninas que eram minhas vizinhas da estuda e estudávamos no mesmo horário, também me sentia mais desinibida e comunicativa. No entanto eu era desprovida de malicias algo que não é positivo para uma adolescente. 
Sempre tive muita vontade de ter e aprender andar de bicicleta, meu irmão tinha uma, até tentei andar mas infelizmente não consegui. Quase sempre saia com minhas amigas, íamos ao Shopping, parques e ficávamos andando pela vila quando não tinha o que fazer ou conversado em frente de casa.                             
Fui uma adolescência normal como qualquer outra pessoa. Cheguei a trabalhar de babá em varias casas, em uma dessas passei por um mau bocado, com bebê que sofria de leucemia, vivia nos médicos. Não fiquei por muito tempo trabalhando ali pois era muita responsabilidade em minhas mãos. Com o decorrer dos meses comecei a trabalhar em uma fabrica onde a namorada do Luiz. Nesta tempo conheci muitas pessoas, comecei ter mais independência para certas decisões em minha vida onde me encontrei e me encontrei como nunca havia me sentido antes, incluída na sociedade.



Em um fim de semana, Amanda veio em casa, me convidar para ir em uma danceteria, não foi fácil, mas ela conseguiu a permissão  de minha mãe para eu ir. Como era a primeira vez que fomos em uma danceteria, ficamos o tempo todo sentas no canto do salão, foi uma boa experiência, para quem nunca havia andado de ônibus sozinha principalmente entrado em um lugar como este.  
Acho que não foi somente culpa de minha mãe toda essa redoma em fiquei por tanto tempo protegida, foi pura ilusão acreditar em tal proteção, era comodo ser cercada por todo o carinho e cuidado, talvez pela perda de meu pai, ela via em mim a companhia, de alguém que sempre estava la, por outro lado meus irmãos já eram bem mais independentes desde pequenos. Mas como este mundo é cheio de armadilhas, malicias e enganos. Me prejudicou e muito, de nada sabia para driblar o mau que estava por vir. Fazendo cair sobre o mais profundo poço e escuro de onde somente a fé e a esperança no amor pode libertar. Passei por coisas inimagináveis, já mais havia tido a ideia do caus que seria a vida, precisava reagir, embora que já tinha aprendido com os vários tombos que tomei, era só o começo!
Aqui fica o primeiro tombo, sempre tive muito apreço pelas pessoas que tinha em meu convívio, mas rapidamente aos trancos e barrancos descobri. Confiança é uma joia rara, e não da para tê-la sempre conosco, amigos cometem erros, maldades, nem todos que nos parecem  falsos são. 
Então passei a fazer coisas que até eu mesmo condeno como omitir fatos, muitas vezes a arrogância estava em minhas palavras,  e o pior que tinha nas pessoas passou a ser um manual de sobrevivência, isso só fez piorar a situação. 
Bom mudando um pouco de assunto, nesta época correu um triste fato, o nenê quem eu havia sido babá e que tinha leucemia, de quem havia cuidado por pouco de tempo, viera a falecer. Fazia um bom tempo que não o via, recebi a noticia de supetão, na saída da escola de lá mesmo fui ao velório. Não sei explicar tal dor que foi ver, aqueles pais consternados pela perda de seu filho. E também aquela criança que cuidei com tanto carinho e que tivera sido o serzinho que amava como se fosse meu, dentro de um caixãozinho, olhei seus lábios roxo seu rosto, sem vida. Nunca tivera a coragem nem de chegar perto de um caixão, mas ali meu coração dizia que eu tinha que tocá-lo, pus a mão em seu rostinho gelado, só tive força  para chorar, até que seus pais choraram comigo. Conto esse fato, por achar importante relatar, porque no dia anterior ao seu falecimento sonhei com ele, esse fato me marcou muito, fiquei dias lembrando do tempo em que pude tê-lo comigo! Deus tenha este inocente em sua memoria! Por honra e mérito de nosso Senhor Jesus Cristo, amém! 





Na minha concepção o amor é divino e provem de Deus, por tanto é imaculado, devia se ter respeito, ser honesto, e acima de tudo ser único. Mais nada disto se compõe a este mundo de agora, hoje beijo é só pegação, abraço um forma de se aproveitar, caricias para se chegar simplesmente ao sexo e muitos usam do motivo "namoro" para ir para cama. Eu sempre preferi o que haviam  me ensinado, e não mudei de opinião. 
Ai foi só esperar, para entender, tudo tem seu tempo certo, no entanto agi muitas de forma fútil e irresponsável. Então essa foi forma, que naquela tempo encontrei para ser incluída nessa sociedade cruel e excludente que é até hoje, "o meio termo", nem um tanto vulgar, como nem um pouco trouxa, boba, aqui posso dizer que minha genuinidade com as coisas do mundo estava sumindo. E se acabando a partir de brigas, pecuinhas, mentiras, falsidade que se envolveram em minha  vida. Isso tudo veio como uma bomba, na fase da adolescência para adulta. Sofri muito, até entender que devo dar paz para ter a paz, não devo procurar ter vantagem e sim sabedoria para resolver problemas!
Comecei a me preocupar mais com minha aparência, o que de certa forma podia ser um ponto positivo, se não fosse pelo fato de me apropriar das roupas da pobre Moni. Ela poderia ter me emprestado se pedisse, mais como qualquer irmãs que brigão muito, particularmente na fase em que nós encontrávamos, tentei uma vez só, quando ia falar, nem mal abri a boca, ela disse: Essa não! 
A foi o fim, não tinha mais dialogo, passei a esconder as roupas na mochila da escola. Com isso, nosso relacionamento se tornou uma guerra, sempre amei minha irmã, entretanto devido as circunstancias, nem nos falávamos direito, e o pior foi seu novo namorado, a punha contra mim.
Em um determinado dia vinha eu da escola com sua jaqueta preferida, como de costume ia ao varal, e a pendurava. Danilo,  que sempre teve muita finidade com a Moni. Neste dia eles me aguardavam de surpresa, o Danilo a espreita no vitro que dava para lavanderia Gritou: Hiiiii... Moni! Peguei, ela tá com sua jaqueta! Fiquei paralisada! No mesmo instante, a Moni  veio aos gritos: Sua trouxa, quantas vezes tenho que te dizer, Nãooo, pega minhas coisas! 
Felizmente não me agrediu, mas foi por pouco tempo. Ao entrar, tudo parecia estar uma calmaria só. Mas eu fui tomar Café e na mesa tinha um bilhete no qual destruiu com a minha paz interior, dizia, "você pegou o dinheiro da comoda, devolva!" Aquilo doeu de uma forma, que poderiam me espancar que não doeria mais que aquelas  palavras. A unica ação que tive, foi correr para quarto em que minha mãe dormia, e dizer: Não foi eu, não sou ladra!
Meus irmãos vieram com toda a fúria em minha direção! A Mãe disse: Devolve! Sei que foi você! 
Até quando vou pagar, por um erro de quando era apenas uma menina! Disse eu! 
Ao ver que os dois me agrediam minha mãe se desesperou!  Com um cinta espantou os, e assim se sessou todo aquele atrito! No entanto o ardor de todas aquelas palavras me desmontou. Simplesmente, sai de casa pulei o muro, e chorando muito, fui na casa da Carina, e fiquei la. A minha mãe concordou, pois ela não tinha mais controle sobre Moni e Dalilo.
Com o decorrer dos dias, descobriu se que o dinheiro que sumira, estava, em uma bolsa na qual minha a mãe não usava a algum tempo.  Houve uma reunião em casa, onde estavam todos meus irmãos, menos o José que não pode comparecer. Minha Cunhada Leila que mais parece um anjo que veio a interceder por mim e meu irmão Luiz que morava conosco, foram os que mais se indignaram com tal rumo que tomara  as coisas, devido ao sucedido comigo. Luis ficou  dias fora de casa, mas neste dia estava lá, eles diziam como podem deixar uma criança como ela na casa de estranhos, esses dois que já são praticamente independentes aqui, como puderam fazer o que fizeram com ela. 
Se alguém tomar dores por mim, peço não, não tomem, pois não sou nem nunca fui santa, cometi  vários erros, como a um tempo antes deste, em que eu era bem mais nova, teve no dia que peguei o único dinheiro que tínhamos, para comprar doces. A desconfiança não era vã! Não jugue, o que não teem nem o real conhecimento. Voltei para casa, a Moni foi morar numa pensão o que me chateou e muito, queria simplesmente que a situação se resolve , e ela era menor não foi certo, não deveria ter saído de casa por tal tola briga.



 "Imagem colhida da Web, como todos as imagens deste blog" 


O Danilo passou a ser mais compassivo e amoroso comigo. Ele sempre demostrou muita preocupação comigo. E desde muito novo foi como um pai. A Moni sempre foi muito carinhosa, e minha cunhada Leila, ao fazer um infeliz comentário, de que não havia amor da parte de minha irmã por mim, fez só se formar tristeza, Moni é uma irmã querida, que teve um susto muito grande e mudou na suas ações, não somente por mim, como desde de muito nova teve que batalhar e se responsabilizar por sua vida. Assim como eu eles também sofreram com a ausência de meu pai. Com isso minha a mãe passou a ter mais confiança em minhas palavras.


 "Imagem colhida da Web, como todos as imagens deste blog" 


Meses depois, a Moni conversou comigo de forma muito amorosa, ela trouxe o irmão do namorado dela, para me apresentar. Eles chegaram de surpresa, isso me envergonhou pois nem arrumada estava. E mau conversei com ele. Tentei ser educada, e  logo sai da sala, e fui se arrumar. De nada adiantou, quando vi ele  foi embora.
Um ano depois, comecei a trabalhar na creche o que  me foi como um sonho realizado, afinal sempre tive desejo de fazer uma faculdade e me formar professora,  exercia a profissão de assistente social,  professora do maternal de crianças de 4 a 6 anos. 
Neste fim de ano, minha mãe viajou para a casa de meu irmão José. Ficamos só eu e o Danilo em casa, ele teve que trabalhar e passei as festas deste fim ano com Carina e sua família.  O que para mim foi estranho, pois nunca havia passado as festas de fim de ano longe de minha família, apesar de todo o carinho e acolhida que recebi da família de minha amiga, me senti só e com muita falta daquelas antigas reuniões onde todos meus irmãos quase sempre estavam presentes, eram momentos de muita alegria e união. 

2 comentários:

  1. Será que escrever isso vale apena? Qual é a vantagem de fazer algo que me incomoda?
    Você que constrói seu próprio inferno! Você simplesmente não suporta algumas palavras. Não fiz nada pra ti, simplesmente te amo.
    Trechos como esse, em que você faz referência a uma pessoa que não tem nada a ver comigo me incomoda. Pra que isso? "Paramos em um lugar completamente ermo, me beijando começou novamente a canalhice. Por pensar: “Ah, todos dizem que é comum”, todas minhas amigas tem namorado, e recordei do que disse Elem, talvez por ser leiga nos assuntos do amor e do sexo, acreditei que não passaria de caricias, grande engano! De boas intenções o inferno está cheio! Em uma inesperada reação, vi que tudo ia para um rumo incerto, ao pensar em negar o que estava por vir, acredito que por uma providencia divina, ele mesmo parou. Não houve nada que fosse serio demais a ponto de me sentir suja e meus ideais para o futuro não foram reputados.
    Para uma convivência duradora entre um casal é necessário que os dois façam apenas coisas que agrade ambas as partes. É claro, as vezes é necessário abrir mão de algumas coisas, por isso eu até compartilhava da escrita de "NEFASTO" BLOG, mas em alguns momentos eu não conseguia conter minhas emoções em decorrência do meu descontentamento e repúdio à tua vontade.
    Pra mim, não é essa história que provoca essa "infelicidade" que tanto diz. Acho que deveria ser mais grata às pessoas que estão a sua volta, a ciência que desenvolveu remédios fantásticos que controlam problemas emocionais e que fazem as pessoas se sentirem bem. Agradecer ao seu médico que com seu profissionalismo buscou te ajudar. Não querendo ser arrogante, ainda digo-lhe que estive sempre ao teu lado e acho que não sou merecedor de coisas que me causa qualquer tipo de sofrimento.
    Sei que são palavras que, acredito eu, não terá coragem de ler, mas está aqui meus sentimentos.
    Teu André!!!!

    ResponderExcluir
  2. Deus é o único que me guia. Quanto a você meu marido, somente devo o amor que sinto por ti, lembra? Te prometo ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe.

    ResponderExcluir